#DiadeDoar: um chamado para fazer o bem

Inspirar dezembro 01, 2015

| Uma campanha feita para mobilizar pessoas a realizar doações em prol de causas sociais nesse 1º  de Dezembro.

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Nem só de consumo vivem as campanhas de final de ano. Depois de uma Black Friday com recorde de faturamento e pouco antes de começar as corridas por presentes de natal, o #diadedoar surge para mobilizar e inspirar pessoas a abrirem seus corações (e bolsos, claro!) em benefício da solidariedade.

Quem organiza a campanha é o Movimento por uma Cultura de Doação e quem a gere é a ABCR – Associação Brasileira de Captadores de Recursos.  Aqui no Brasil essa já é a  3ª edição. Isso porque o movimento é global e envolve vários países, tendo iniciado nos Estados Unidos em 2012 com o nome #GivingTuesday.

Todo mundo pode doar. Indivíduos, empresas, governos e organizações não governamentais. O site da campanha disponibilizou esse link  com sugestões de como fazer as doações para cada tipo de doador.

Não é a campanha #diadedoar que recebe doações. Ela promove e encoraja pessoas a contribuir com aquela causa que possui mais afinidade.

Veja abaixo um guia de como fazer:

GuiadoDoador

Em tempos de consumo colaborativo,  campanhas de crowdfunding ou financiamento coletivo podem ser excelentes receptoras de sua doação. Sendo uma possibilidade para que projetos inovadores saiam do papel e se transformem em realidade, de forma independente e íntegra, sem puxar sardinha para o lado de nenhuma empresa ou governo, o crowdfunding, em geral, conta com o apoio de pessoas que de alguma forma, se beneficiará ou beneficiará alguém com a realização de tal projeto.

É o caso do documentário “De Peito Aberto” que conta com a contribuição coletiva para existir. O filme, que já teve um post dedicado aqui, abordará diversas questões que envolvem o aleitamento materno como as dificuldades que muitas mães enfrentam até conseguir amamentar com sucesso e por quais razões muitas delas desistem, encorajadas a desmamar seus bebês tão precocemente.

Uma causa que precisa ser difundida e que você pode dedicar sua doação nesse 1º de Dezembro clicando aqui.

“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”  Madre Teresa de Calcutá

Abra a porta do quarto das crianças para a Economia Compartilhada

Compartilhamento novembro 28, 2015

| A Economia Compartilhada invade o universo materno pra dar uma mãozinha com aquilo que não serve mais nas crianças.

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Nessa última sexta-feira, uma ação de vendas de lojas físicas e online prometeu oferecer “superdescontos” em muitos de seus produtos para estimular os brasileiros a ir às compras mesmo num momento de crise. Esse ano especialmente, a Black Friday, que acontece em toda a última sexta-feira do mês de novembro, dia subseqüente ao feriado de Ação de Graças (Thanksgiving Day) celebrado nos Estados Unidos, veio com a promessa de provocar o maior frenesi nos consumistas de plantão que vêem essas ofertas, claramente duvidosas, como uma oportunidade “incrível” de comprar quase sempre de forma exagerada e desnecessária, ainda que o orçamento esteja bem justo.

Nada é mais oportuno nesse momento do que falarmos de um movimento já conhecido por muitos, criado como uma alternativa econômica ao sistema tradicional de produção e consumo massivo de bens, que traduz uma forma mais humana e sustentável de consumir: a economia compartilhada.

A ideia da economia compartilhada (ou economia colaborativa ou consumo colaborativo) é priorizar o acesso ao produto muito mais do que a posse do produto. Se o que precisamos é daquilo que o produto oferece e não do produto em si (um exemplo clássico para assimilar melhor é entender que não precisamos de uma furadeira mas do furo que ela proporciona), por que sair comprando tudo sem critério?

O movimento propõe, então, que ao invés de comprar algo novo, passemos a trocar, alugar ou compartilhar, através de plataformas tecnológicas que além de aproximar pessoas desconhecidas, de lugares distantes, fornece mecanismos de confiabilidade e segurança, afinal, até que as pessoas sejam conhecidas por sua reputação, alguém precisa intermediar essas conexões para que sejam minimamente confiáveis.

Os serviços são diversos e vão desde a carona remunerada (Uber), o compartilhamento de veículos (Fleety), de conhecimento (Cinese) e de objetos (Tem Açúcar) até hospedagem em sua própria residência (Airbnb) e redistribuição daquilo que não lhe serve mais (Enjoei).

É claro que, diante de tantas ideias de compartilhamento, haveria também aquelas voltadas para as mães que pagam tão caro em objetos e roupas de bebês e os perdem muito, muito rápido.

Aqui seguem 6 sugestões de plataformas criadas para dar uma mãozinha com aquilo que não serve mais nas crianças. Participar e aderir ao movimento nos garante uma boa oportunidade de economizar, gerar uma graninha extra, conhecer pessoas diferentes e dar vida nova aos objetos que já nos foram úteis um dia, uma verdadeira contribuição à sustentabilidade.

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Quintal de Trocas – Uma plataforma que possibilita a troca de brinquedos, jogos, livros e outros objetos infantis. Basta tirar uma foto do que a criança deseja oferecer e enviar para o site. Lá ela também escolhe o que quer receber em troca desse item que ofereceu. O site envia uma mensagem para o atual proprietário do item desejado que verifica se ele tem interesse em fazer a troca. Se # a resposta for positiva, os pais são convidados a combinar a troca dos objetos em algum posto de troca ou ainda fazê-la pelos Correios.

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Retroca – Uma loja online de compra e venda de roupas e calçados usados infantis. Se você deseja se desfazer das peças que seu filho não utiliza mais, basta solicitar à loja uma sacola para que possa despachar esses itens que deseja vender. O site faz a inspeção das peças e realiza o pagamento de todas elas, conforme uma tabela de preços disponibilizada antecipadamente. Se você deseja comprar, as peças em bom estado de marcas inclusive importadas como Baby Gap e Ralph Lauren, chegam a ter até 70% de desconto com relação ao preço das mesmas peças novas.

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Joanninha – Um site de aluguel de brinquedos. Você escolhe um plano dentre os quatro disponíveis com preços que variam de R$ 95,00 à R$ 180,00. Cada plano lhe oferece uma quantidade de moedas de trocas (joanninhas) que lhe permite alugar uma quantidade de brinquedos correspondentes. Por exemplo, o plano 8 cujo valor é R$ 155,00/mês te dá direito à 8 joanninhas por mês. Você pode então escolher 4 brinquedos que valem 2 joanninhas, 2 brinquedos que valem 4 joanninhas, 1 brinquedo que vale 8 joanninhas e assim sucessivamente. O tempo pra ficar com cada brinquedo é indeterminado mas o site incentiva que as trocas aconteçam mensalmente.

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Ficou Pequeno – Uma loja online de compra e venda de uma série de artigos infantis, de acessórios e brinquedos à móveis e roupinhas. Você cria sua própria lojinha e divulga os produtos de segunda mão (na condição de quase novo ou nunca usado) que quer vender. O site oferece os meios de pagamento ao comprador fazendo a intermediação financeira. A entrega do produto é de responsabilidade do vendedor. Depois que ela é confirmada, o site repassa o pagamento para a conta bancária do dono da lojinha, com um desconto de 20% que se refere à uma comissão, parte em que o site ganha por oferecer a plataforma.

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Alana – Feira de Trocas de Brinquedos – O Instituto Alana promove feiras de troca de brinquedos e oferece ferramentas para que elas sejam realizadas de forma independente, por qualquer pessoa que deseja tê-las em sua comunidade ou bairro. O instituto contribui com material de apoio que orienta principalmente quem nunca organizou esse tipo de evento. O site divulga todas as feiras programadas e te permite visualizá-las facilmente através de filtros por datas ou cidades.

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Troca Figurinhas – Até as figurinhas não escapam à possibilidade de troca. Basta você se cadastrar, cadastrar suas figurinhas e solicitar a troca com outros colecionadores de álbuns. A transação é feita pelos Correios e depois de recebidas, os usuários precisam qualificar o colecionador.

Re-Roupinha e Roupinha Livre: versões mirins de uma iniciativa que te ajuda a dar uma nova cara às roupas que já existem

Projetos Sociais outubro 28, 2015

| Roupas de segunda mão, transformadas e reaproveitadas são opções menos custosas aos bolsos dos pais e ao nosso planeta. Saiba que tem gente trabalhando para espalhar essa ideia.

A história começa com três mulheres, cada uma no seu caminho e na sua profissão, que em algum momento de suas vidas se conheceram e decidiram se unir pra tratar de um assunto de interesse comum a todas elas: a moda.

“Transformar sua relação com o que veste” é uma das propostas do movimento criado por Mariana Pellicari, Gabriela Mazepa e Elisa Dantas chamado Roupa Livre. Cheio de iniciativas que promovem o consumo consciente, o Roupa Livre incentiva que ao invés de comprar roupas novas você olhe para o seu guarda-roupa e dê vida nova às peças que já existem lá.

Isso é dado de várias formas. Super empreendedoras e envolvidas com a causa, essas mulheres criaram uma série de possibilidades para que “um novo olhar” pudesse ser direcionado às roupas que queremos descartar, seja lá porque enjoamos, nunca gostamos ou porque não servem mais.

Mas o mais bacana de tudo isso é que elas não se esqueceram das crianças e criaram versões infantis para dois eventos que são um sucesso entre os adultos e que foram chamados de Re-Roupinha e Roupinha Livre:

Oficina Re-Roupinha – reprodução autorizada

Re-Roupinha é o Re-Roupa para crianças entre 5 e 10 anos. Uma oficina que ajuda o participante a transformar e customizar uma peça de roupa própria, levada no dia do evento. A criançada tem a oportunidade de se aproximar do mundo do corte e costura (com os devidos cuidados e supervisão de adultos), colocar em prática sua capacidade criativa, fazer amizades, se divertir e, ainda de quebra, aprender sobre o reaproveitamento de coisas que já existem (no caso, suas roupas), conceito muito importante quando falamos em consumo consciente.

Primeira edição do Roupinha Livre – reprodução autorizada

Já o Roupinha Livre a versão para bebês e crianças do Roupa Livre, encontro de trocas de roupas, que também leva o nome do movimento. Os pais são convidados a levar para o encontro as roupinhas dos seus filhos que não servem mais e que ainda estão em bom estado de conservação para trocarem por roupinhas, na mesma condição, de filhos de outras famílias. Para as roupas que não forem trocadas, os pais ainda têm a chance, caso queiram, de deixá-las no local para que sejam encaminhadas à doação. Uma excelente oportunidade para dar destino bacana às roupinhas dos pequenos que não estão mais em uso, levar pra casa roupinhas novas e trocar figurinhas com famílias que estão na mesma onda consciente que você.

As oficinas são itinerantes, acontecem de tempos em tempos em algum lugar bacana por ai. Basta ficar de olho nessa página.

O Mamãe Verde também quer promover essa baita iniciativa e sempre que souber de algum evento infantil do projeto que estiver rolando, vai informar por aqui.

A boa notícia?

Em Novembro tem oficina Re-Roupinha em São Paulo!

Sabe quando?
Dia 28.11.2015

E onde?
Condomínio Cultural
Rua Mundo Novo, 342,
São Paulo – SP

Em qual horário?
das 10h00 às 12h00

Entre aqui e se inscreva. Ainda restam 13 vagas! O preço é super justo: R$ 60,00 por criança. Aproveite! Nós também estaremos lá!

Legal falar também sobre as oficinas para adultos que já estão programadas e que as mamães certamente adorarão participar:

No Rio de Janeiro:
Bate papo + Oficina Re-Roupa em 14.11.15.
Informações e inscrição aqui.

Em São Paulo:
Oficina “Saia de Saia” em 26.11.15.
Informações e inscrição aqui.

Oficina Re-Roupa em 28.11.15.
Informações e inscrição aqui.

Para conhecer outros projetos das meninas do Roupa Livre, acesse o site.